De quem é essa tarefa?

De quem é essa tarefa?

Como o axonT elimina a dúvida e traz clareza sobre responsabilidades nos processos

Introdução

Poucos problemas geram tanta perda de tempo e retrabalho quanto aquele velho e recorrente impasse: “Quem é o responsável por essa tarefa?”.

É um cenário comum — e custoso. Uma atividade importante fica parada, todos sabem que precisa ser feita, mas ninguém tem certeza de quem deveria executá-la. Enquanto isso, o prazo estoura, o cliente cobra, e o gestor precisa intervir para descobrir onde o processo travou.

A falta de clareza sobre responsabilidades é uma das principais causas de atrasos, falhas e gargalos nos fluxos de trabalho. E o problema costuma se repetir porque, na maioria das empresas, os processos não deixam claro quem é o dono de cada tarefa.

O problema: quando “ninguém sabe de quem é a bola

Em muitas organizações, processos são conhecidos apenas “de cabeça”. Cada equipe executa as atividades da forma que aprendeu, sem um modelo documentado e compartilhado. Assim, quando algo dá errado, surgem perguntas como:

 “Isso era com o time de logística ou de compras?

 “Quem precisava aprovar antes de seguir?

 “Por que ninguém avisou que o prazo tinha vencido?

O resultado é previsível: tarefas esquecidas, atividades duplicadas, retrabalho e conflitos.

Em termos operacionais, isso se traduz em:

Atrasos na entrega: ninguém assume porque a responsabilidade é difusa.

Perda de rastreabilidade: não se sabe quem executou ou deixou de executar uma ação.

Dificuldade de mensurar desempenho: sem dono, não há como medir eficiência individual ou de equipe.

Desgaste interno: a responsabilidade gira em círculos e a produtividade despenca.

O ponto central é simples: sem clareza sobre quem executa cada tarefa, não existe responsabilidade real.

Por que isso acontece com tanta frequência?

Mesmo empresas organizadas e com processos formalizados caem nessa armadilha. E há motivos estruturais para isso:

a) Processos mal documentados

Muitos fluxos são apenas conhecidos informalmente pelos colaboradores mais experientes. Quando há rotatividade ou mudanças de equipe, parte do conhecimento se perde.

b) Documentos estáticos

Mapeamentos de processo feitos em planilhas ou ferramentas gráficas raramente são atualizados. Assim, o que está “no papel” já não reflete o que acontece na prática.

c) Falta de integração entre modelagem e execução

Em muitas organizações, o desenho do processo e a execução real vivem em mundos separados. Isso significa que não há um vínculo automático entre a tarefa e o responsável — e os gestores precisam descobrir manualmente quem está envolvido.

d) Ambiguidade de papéis

Algumas empresas definem responsáveis por área (“o setor de compras faz isso”) em vez de por pessoa ou função. O problema é que departamentos não executam tarefas — pessoas executam.

O custo oculto da indefinição

A ausência de responsáveis claramente definidos não é apenas um incômodo operacional — é um desperdício financeiro e de energia gerencial.

Estudos de produtividade indicam que equipes gastam entre 10% e 20% do tempo útil tentando descobrir quem deve realizar determinada tarefa ou buscando informações sobre o status de algo em andamento.

Para os gestores, isso representa:

  • Redução da eficiência geral;
  • Aumento do ciclo de execução de processos;
  • Dificuldade para controlar prazos e priorizar demandas;
  • Tomadas de decisão baseadas em percepções, não em dados.

A boa notícia é que essa situação pode ser totalmente revertida — e de maneira simples — quando os processos passam a ser mapeados, monitorados e executados dentro de uma ferramenta que amarra cada tarefa ao seu responsável real.

E é exatamente aí que o axonT entra.

Como o axonT soluciona o problema de identificação de responsáveis?

O AxonT foi desenvolvido justamente para eliminar esse tipo de dúvida. Ele permite modelar, executar e monitorar processos com clareza total sobre quem é responsável por cada etapa — seja uma pessoa, um grupo de pessoas (função).

Vamos ver como isso acontece na prática.

a) Responsabilidade obrigatória em cada tarefa

No axonT, ao desenhar um processo, cada atividade precisa ter um responsável definido.

Sem essa informação, a tarefa simplesmente não pode ser publicada ou executada.

Isso evita lacunas logo na modelagem — garantindo que nenhum passo fique “sem dono”.

Assim, quando o processo entra em operação, todos sabem quem deve fazer o quê e em que momento.

b) Papéis e perfis personalizados

O sistema permite definir responsabilidades de forma inteligente:

Por usuário específico (ex.: João Silva é responsável por emitir o relatório);

Por função (ex.: qualquer analista de compras pode executar esta tarefa);

Ou ainda por regra de negócio (ex.: se o valor do pedido ultrapassar R$ 10 mil, o responsável passa a ser o gerente).

Dessa forma, o axonT acompanha a realidade da empresa e se ajusta às suas estruturas hierárquicas.

c) Transparência total e rastreabilidade

Durante a execução, é possível visualizar em tempo real quem é responsável por cada tarefa e em que status ela se encontra.

Além disso, o sistema mantém um histórico completo de execuções — o que foi feito, por quem, e quando.

Isso não só resolve a dúvida sobre responsabilidades, como cria um registro valioso para auditorias, compliance e melhoria contínua.

d) Alertas, notificações e indicadores

O axonT envia notificações automáticas quando:

Uma tarefa é atribuída a um colaborador;

O prazo está se aproximando;

Ou há atraso na execução.

Esses alertas mantêm a responsabilidade viva no dia a dia da operação e reduzem drasticamente o risco de tarefas esquecidas.

Além disso, dashboards e relatórios oferecem visibilidade instantânea para o gestor: quem está com mais tarefas, onde estão os gargalos, e quais atividades precisam de atenção imediata.

Benefícios práticos para o gestor

Implementar o axonT traz ganhos diretos para a rotina de gestão:

Mais eficiência: elimina o tempo perdido tentando descobrir responsáveis.

Menos retrabalho: cada tarefa é feita por quem deve fazê-la, no momento certo.

Mais previsibilidade: gestores conseguem acompanhar o fluxo de ponta a ponta e antecipar atrasos.

Melhor comunicação: todos sabem o que é esperado de si e de seus colegas.

Cultura de responsabilidade: o sistema cria um ambiente onde a execução é clara e mensurável.

Com esses benefícios, a empresa se torna mais organizada, ágil e confiável — e o gestor pode focar no que realmente importa: melhorar continuamente os processos e resultados.

Conclusão

A deficiência na identificação dos responsáveis pela execução das tarefas é um problema silencioso — mas que mina a produtividade e a eficiência das operações todos os dias.

Resolver isso exige mais do que boa vontade ou planilhas bem-feitas. É preciso um sistema que una modelagem, execução e controle, garantindo que cada atividade tenha um responsável claro, visível e rastreável.

Com o axonT, essa clareza se torna parte natural do processo. Nada fica sem dono, nada se perde pelo caminho. O resultado é um ambiente de trabalho mais organizado, com tarefas bem definidas, entregas previsíveis e equipes mais comprometidas com o que realmente importa: executar bem.

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